Crânio de Carcharodontosaurus saharicus (¼ do tamanho real)
R$ 280,00
(PRODUTO INDISPONÍVEL NO MOMENTO)
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Título
Crânio de Carcharodontosaurus saharicus (¼ do tamanho real)
R$ 280,00
(PRODUTO INDISPONÍVEL NO MOMENTO)
R$ 280,00
(PRODUTO INDISPONÍVEL NO MOMENTO)
Assunto
A palavra Carcharodon significa “dente afiado”, também é o nome do gênero a qual pertence o grande tubarão-branco (Carcharodon carcharias) e, portanto, podemos dizer que o Carcharodontosaurus significa “réptil com dentes de tubarão”.
Seus fósseis foram descritos pela primeira vez em 1924 a partir de restos encontrados na Argélia e, mais tarde, no Egito. Contudo, o registro deste imenso predador não está limitado somente ao norte da África. Seus dentes serrilhados foram encontrados no Sítio Paleontológico da Laje do Coringa, no Estado do Maranhão, evidenciando sua presença também no nordeste brasileiro. Como um carnívoro tipicamente terrestre pode ter caminhado pelos dois continentes que atualmente são bem distantes? Acontece que a África e a América do Sul, que outrora formavam um continente maior, chamado Gondwana, não haviam se separado completamente no início do Cretáceo, e o nordeste brasileiro era conectado à Africa por extensas áreas alagadas por onde ocorria este intercâmbio da fauna, incluindo desde peixes, crocodilos, tartarugas e outros grupo de dinossauros. Dentre os dinossauros contemporâneos aos carcarodontossaurídeos na região, estavam herbívoros de pescoço longo como os titanossauros e diplodocóides, pescadores espinossaurídeos, e caçadores abelissaurídeos que podem ter disputado presas com o Carcharodontosaurus.
O crânio do Carcharodontosaurus era alto e estreito. Essa réplica possui apenas ¼ de seu tamanho original, que tem 1,6 metro de comprimento. Estima-se que o Carcharodontosaurus alcançasse 12,5 metros de comprimento e pesava mais de 6 toneladas, rivalizando em tamanho com o Tyrannosaurus rex, que viveu no final do Cretáceo na América do Norte. O escasso material dessa espécie em terras brasileiras traz pistas sobre um pedaço da história do hemisfério sul ainda esperando para ser compreendido, bem como potencial de novas descobertas para futuros paleontólogos.
Texto: Gabriel Baldavira Coutinho e Marcos K. Pinheiro
Seus fósseis foram descritos pela primeira vez em 1924 a partir de restos encontrados na Argélia e, mais tarde, no Egito. Contudo, o registro deste imenso predador não está limitado somente ao norte da África. Seus dentes serrilhados foram encontrados no Sítio Paleontológico da Laje do Coringa, no Estado do Maranhão, evidenciando sua presença também no nordeste brasileiro. Como um carnívoro tipicamente terrestre pode ter caminhado pelos dois continentes que atualmente são bem distantes? Acontece que a África e a América do Sul, que outrora formavam um continente maior, chamado Gondwana, não haviam se separado completamente no início do Cretáceo, e o nordeste brasileiro era conectado à Africa por extensas áreas alagadas por onde ocorria este intercâmbio da fauna, incluindo desde peixes, crocodilos, tartarugas e outros grupo de dinossauros. Dentre os dinossauros contemporâneos aos carcarodontossaurídeos na região, estavam herbívoros de pescoço longo como os titanossauros e diplodocóides, pescadores espinossaurídeos, e caçadores abelissaurídeos que podem ter disputado presas com o Carcharodontosaurus.
O crânio do Carcharodontosaurus era alto e estreito. Essa réplica possui apenas ¼ de seu tamanho original, que tem 1,6 metro de comprimento. Estima-se que o Carcharodontosaurus alcançasse 12,5 metros de comprimento e pesava mais de 6 toneladas, rivalizando em tamanho com o Tyrannosaurus rex, que viveu no final do Cretáceo na América do Norte. O escasso material dessa espécie em terras brasileiras traz pistas sobre um pedaço da história do hemisfério sul ainda esperando para ser compreendido, bem como potencial de novas descobertas para futuros paleontólogos.
Texto: Gabriel Baldavira Coutinho e Marcos K. Pinheiro
Descrição
Reino: Animalia (animais)
Filo: Chordata (cordados)
Subfilo: Vertebrata (vertebrados)
Infrafilo: Gnathostomata (vertebrados com mandíbula)
Superclasse: Osteichthyes (peixes ósseos)
Clado: Sarcopterygii (peixes com nadadeiras lobadas)
Clado: Tetrapodomorpha
Superclasse: Tetrapoda (tetrápodes)
Clado: Amniota (amniotas)
Clado: Sauropsida (saurópsidos ou saurópsidas)
Classe: Reptilia (répteis)
Clado: Diapsida (diápsidos)
Clado: Archosauria (arcossauros)
Clado: Dinosauria (dinossauros)
Ordem: Saurischia (saurísquios)
Clado: Theropoda (terópodes)
Infraordem: Carnosauria (carnossauros)
Superfamília: Allosauroidea (alossauróides)
Família: Carcharodontosauridae (carcarodontossaurídeos)
Gênero: Carcharodontosaurus
Espécie: C. saharicus
Período: Cretáceo Superior
Idade: entre 100 e 95 milhões de anos
Sítio Fóssil: Formação Alcântara
Procedência: Laje do Coringa, Maranhão, Brasil
Reconstrução artística feita em resina
Filo: Chordata (cordados)
Subfilo: Vertebrata (vertebrados)
Infrafilo: Gnathostomata (vertebrados com mandíbula)
Superclasse: Osteichthyes (peixes ósseos)
Clado: Sarcopterygii (peixes com nadadeiras lobadas)
Clado: Tetrapodomorpha
Superclasse: Tetrapoda (tetrápodes)
Clado: Amniota (amniotas)
Clado: Sauropsida (saurópsidos ou saurópsidas)
Classe: Reptilia (répteis)
Clado: Diapsida (diápsidos)
Clado: Archosauria (arcossauros)
Clado: Dinosauria (dinossauros)
Ordem: Saurischia (saurísquios)
Clado: Theropoda (terópodes)
Infraordem: Carnosauria (carnossauros)
Superfamília: Allosauroidea (alossauróides)
Família: Carcharodontosauridae (carcarodontossaurídeos)
Gênero: Carcharodontosaurus
Espécie: C. saharicus
Período: Cretáceo Superior
Idade: entre 100 e 95 milhões de anos
Sítio Fóssil: Formação Alcântara
Procedência: Laje do Coringa, Maranhão, Brasil
Reconstrução artística feita em resina
Coleção
Referência
“Crânio de Carcharodontosaurus saharicus (¼ do tamanho real)
R$ 280,00
(PRODUTO INDISPONÍVEL NO MOMENTO),” Oficina de Réplicas, acesso em 3 de abril de 2025, https://oficinadereplicas.igc.usp.br/items/show/92.
R$ 280,00
(PRODUTO INDISPONÍVEL NO MOMENTO),” Oficina de Réplicas, acesso em 3 de abril de 2025, https://oficinadereplicas.igc.usp.br/items/show/92.